campanha pela real beleza
Published on outubro 28th, 2006 by admin. Filed under :o) | Nenhum Comentárioimpressionante a leveza e o peso desse comercial:
peguei aqui ó
impressionante a leveza e o peso desse comercial:
peguei aqui ó
eu juro que minha semana tá sendo exatamente assim:

depois eu digo que o dilbert é meu alter-ego e ninguém acredita! meu heróoooi!
ok, ok! é meu último post do dia, eu prometo!

será que eu sou a única pessoa que se incomoda quando chamam ou referem-se ao lula pelo fato dele ter nove dedos?
Na boa, por maior que seja seu ódio do cara, precisa mesmo partir pra esse nível de argumentação? Como se isso fosse um defeito, como se o cara fosse menor, menos gente ou simplesmente como se isso tivesse alguma influência sobre a forma como ele conduz a própria vida?
Fico pensando se fosse com um cara tão admirado no país como o Lars Grael. Será que todo mundo ia se referir a ele como “aquele perneta”? Falta de educação, né? Nem parece que estamos falando da mesma coisa. Acho que posso propor um exercício melhor: da próxima vez que você vir uma pessoa com deficiência na rua, tente gritar pra ela:
“perneta! maneta! nove-dedos!”
e depois tente não se sentir um animal de circo, ok?
Note-se bem: eu não sou contra adjetivos, desde que mantenha-se uma coerência e um mínimo de educação. Vamos deixar uma coisa combinada: Não gostar que o cara se vista de vermelho e use barba é um direito seu. Se incomodar por ele ter nove dedos é um exemplo da pequenez do seu cérebro, ok?
Que fique bem claro, por favor: Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!

essa foto tava na Folha Online, ilustrando a notícia sobre o fracasso “estadunidense” no Iraque.
muito apropriada, eu acho… é bem por aí que o Bush tá levando seus soldados… rs…
e o milico em questão não tá gostando da experiência não…
essa é uma tentativa… só isso…
[odeo=http://odeo.com/audio/2183667/view]
Esse post foi criado na horizontal, por isso a voz xoxa de gente da roça, tá? Sei lá… nem eu presto atenção nas coisas que eu falo, porque vc deveria, né? Só digo que quem escutar e porventura conseguir entender pelo menos alguma parte vai ter uma idéia bem fiel do mecanismo de pensamento desse tal de Ricardo Moraleida…
Casar, mudar de casa, passar no vestibular, arrumar o primeiro emprego e outras grandes mudanças da vida são muito legais. Representam grandes alterações não só na rotina mas também na visão de mundo, na forma de tratar o dinheiro, as pessoas e nas escolhas que fazemos a partir daí…
Mas tem pequenas coisas que mudam tudo e ao mesmo tempo não mudam nada. Quer ver? Só quem usa óculos sabe a diferença que faz trocar uma armação antiga pela nova (coisa que fiz há 4 anos… já tá na hora de fazer de novo).
Hoje, depois de muitos anos sem nem pensar no assunto, troquei a forma de colocar o cadarço no tênis. Há uns 8-10 anos eu comecei a usar cadarço cruzado porque era bacana, mas principalmente porque meus pais a vida toda colocaram os cadarços “lineares” nos meus tênis – e eu, aos 14 anos, queria ser diferente.
Hoje, às vésperas de completar 23, eu me peguei colocando o cadarço linear nos meus tênis favoritos. Óbviamente, mudar a forma de colocar os cadarços não muda nada – mas de certa forma, não é que mostra que alguma coisa mudou no resto da nossa concepção do mundo?
e depois de crescer fazem teatro, citam Stanislavski, usam palavras como “coxia” e expressões como: “está evidenciando demais o nada”…
é cada coisa que a gente aprende sobre a família…
ah sim… to falando do blog do meu irmão caçula: O Palco dos Meus Pensamentos
vai lá e vê se te agrada a peça…
Nunca pensei que eu, um cara tão cool, fosse dizer que gosto de uma coluna de fofoca. Mas lá vai: escrevi esse post só pra dizer que gosto da Zapping, a coluna da Fabíola Reipert na Folha Online. Além da foto da moça ser bem simpática e de cara diferenciá-la do estereótipo do colunista-social “em crise de meia-idade”, ela tem cara de quem faz aquilo porque gosta e não por status. Com isso, ganhou um ponto.
Agora, o que eu acho mais interessante é que apesar de ser uma coluna social, na Zapping, cada “colunável” recebe apenas um parágrafo do tamanho da importância do babado, e não mais que um parágrafo de 2 linhas (para os babados comuns de todo dia) a 4 linhas (se o babado for fortíssimo mesmo). Ou seja, nada de páginas inteiras falando do novo cachorrinho da Hebe, do novo corte de cabelo do Sidney Magal ou do novo pé na bunda da Karina Bacchi – 1 parágrafo é suficiente. Pra quem quiser mais, basta clicar nos nomes que aparece tudo que a pessoa já fez de “noticiável”. E pronto… depois de ler as novidades, todo mundo volta a cuidar da sua própria vida! Não é ótimo??
Parabéns à Fabíola, que descobriu que coluna social é pra contar os fatos, e não pra ficar puxando saco dos “colunáveis”!
e tenho dito!
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