he is bad!
Published on janeiro 22nd, 2007 by admin. Filed under :o) | Nenhum Comentárioand he is back!

and he is cute!
vida longa ao Pequeno Pônei!
and he is back!

and he is cute!
vida longa ao Pequeno Pônei!
Acho que esse é um bom assunto pra começar o ano, já que, pelo menos aqui nesse site, o ano ainda não tinha começado oficialmente. Descobri, na pele, nesse ano que passou, que a máxima que diz que a diferença entre remédio e veneno está na dose. 15 dias depois do reveillon, finalmente consegui achar um nome para o finado ano. 2006 foi o ano das ressacas.
Em 2006 eu tive ressaca de:
livros,
filmes,
amigos,
música,
trabalho, e, pasmem:
dinheiro.
(convém aqui definir o conceito de “ressaca” usado nesse artigo. Ressaca, aqui, é aquilo que por ter ocupado demais a mente, causa transtornos físicos, psicológicos e/ou morais, a ponto de nos afastar dos objetos causadores).
Esclarecido o conceito, passemos ao que aconteceu.
2006 foi um ano em que li poucos livros e muito na internet. Depois que terminei o fantástico “Noites Antigas”, de Norman Mailer, em fevereiro, e o facílimo “Budapeste” do Chico Buarque, não consegui mais colocar meu dedos em nada que me chamasse tanta atenção, ou que valesse meu esforço para me afastar dos outros prazeres dessa vida. Tentei a literatura histórica, livros sobre a época pré e ditatorial brasileira, tentei romances bobos, autores consagrados e best-sellers da administração. Nada.
Diagnóstico: Overdose de leitura.
Cura possível: as edições nº 3 e 4 da recém-lançada Revista Piauí têm me feito largar as leituras virtuais para me voltar ao bom e velho papel. Talvez seja o caminho para a cura.
Prognóstico para 2007: melhora, com tendência à recaídas breves e passageiras.
2006 também foi um ano em que vi poucos filmes. Aliás, 2005 também. Ressaca brava colocada pelo ritmo maluco de cinéfilo que me impus nos primeiros 3 anos de faculdade. Foram neles que consegui juntar uma lista com cerca de 400 filmes já vistos (nem todos no período, mas grande parte sim). Em 2006, consegui assistir a alguns vídeos, fui uma ou duas vezes ao cinema e, de mais a mais, me refreei de qualquer contato com a telona, telinhas ou locadoras.
Diagnóstico: Overdose de filmes.
Cura possível: filmes bonitinhos e “inteligentes” como “Elsa e Fred” que assisti na semana passada. Nada de mais, mas nada de menos. Ótimos para matar a kinofobia de vez.
Prognóstico para 2007: recuperação contínua, porém lenta, devido à extensão das lesões.
2006 foi um ano de ressaca de amigos. Após 4 anos de extenso convívio social na faculdade (pelo menos para os meus padrões), reuni um bom lote de coisas que não me agradam nas pessoas e sobre as quais eu não tenho o mínimo domínio e resolvi, deliberadamente, viver sem elas. Excluíndo a convivência constante com a namorada, 2006 seria um ano solitário não fossem os meus poucos, mas fiéis e rotineiros amigos, aqueles dos quais posso até estar separado, mas faço questão de manter a amizade em dia.
Diagnóstico: overdose de gente.
Cura possível: conhecer novas pessoas e circulos sociais. Somar ao invés de subtrair, mas só os que sejam do meu estrito interesse.
Prognóstico para 2007: confirmadas as previsões, o melhor possível. É tudo o que tenho a dizer.
continua… sabe-se lá quando.
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