Segundo round!

Sempre fui fã de mudanças “à la” Edson Marques*:

“mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante do que a velocidade”.

Hoje acho que completei um ciclo de mudança, com pouco mais de 40 dias desde que a minha vida foi completamente alterada com o fim de um relacionamento de quase 5 anos. Dessa vez, no entanto, a mudança teve de ser feita alternando a rapidez e o sangue-frio que usamos arrancar esparadrapo e a lentidão e o cuidado com que se manobra um transatlântico.

Mas completar o ciclo hoje não quer dizer que eu tenha parado de mudar. Na verdade acho que a mudança só passou da primeira fase, a mais complicada – espero – que é conviver com a falta do costume, criar novos hábitos, usar novos caminhos e me abrir a novas experiências. Agora é hora de seguir em frente, de olhar para o futuro através do prisma da experiência, aproveitando tudo que é bom e aprendendo com o que é ruim. Espero que esse seja realmente o processo correto da evolução.

O poema continua exaltando a necessidade de nos mantermos nessa mudança. Sei não. Hábitos são bons e nos fazem sentir seguros, o que não quer dizer que devamos depender deles. A conclusão final é absolutamente óbvia. O equilíbrio é a chave.

Boa Viagem! Pra você e pra mim…

* acabo de descobrir que o tal poema é desse cara, e não da Clarice Lispector, como o conheci… Espero que seja verdade… :)

secrets

Sometimes when we think we are keeping a secret, that secret is actually keeping us.  FRANK WARREN

Eu penso, essencialmente, todos os dias, em como me tornar um cara legal como esse Frank, criador do www.postsecret.com 

O bom, o mau e o feio. ACM e a opinião pública

Sou só eu ou você também acha estranho uma figura polêmica como Antônio Carlos Magalhães ser tão odiada no seu meio político e tão amada na sua terra natal?

Não sou uma pessoa indicada para falar da história do homem, que conheço muito pouco, mas que sempre me intrigou por essa dualidade. Ao mesmo tempo em que somos bombardeados com notícias de que ele era um cara duramente mau, trapaceiro, corrupto, adepto do coronelismo e da máxima “os fins justificam os meios”, somos também aturdidos pela notícia de que nada menos do que 15 mil pessoas compareceram ao velório do homem, portando faixas, fotografias e panos pretos em indicação de luto.

Como é possível ser tão bom e tão mau ao mesmo tempo? Sabe-se sim que seria ingenuidade demais julgar ACM como um “político qualquer”. Essa história tem muitas facetas. Quem era o bom, o mau e o feio em toda essa história?

Copyright © 2010 o homem, omito…

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