feliz dia do RP?

Published on dezembro 3rd, 2009 by admin. Filed under comunicação
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Só fui me lembrar agora, às 23h15 que hoje, dia 2 de dezembro era dia das Relações Públicas e tinha blogagem coletiva, pq eu vi isso em algum lugar. Acho que talvez no Prezados Colaboradores, no Comunicação com funcionário, ou no Blog do Gaulia, mas não estou certo. Foi graças ao twitter de @danielavalverde, curitibana que tenho acompanhado desde sei lá quando, coisa dessas redes que criam interações mas em geral não criam histórias.

Maldita mania essa de comemorar dias específicos pra coisas desimportantes.

Tenho uma carteirinha do CONRERP-MG com o registro número 2172, o que me credencia a me identificar como profissional de Relações Públicas, ao passo que a grande maioria das pessoas que um dia me ouvir pronunciar essa frase me perguntará: e daí?

Pode ser pelo fato de que eu considero o trabalho da Margarida Kunsch um tanto overrated, pode ser porque não gosto de defesas vazias como essa do O Cappuccino:

Então, se não mudarmos a forma como o mercado brasileiro enxerga os profissionais de Relações Públicas estaremos fadados a sermos substituídos por profissionais de outras áreas da comunicação. Se não conquistarmos nosso espaço, nunca conseguiremos ocupar a posição estratégica que o profissional de RP tem (ou deveria ter, segundo nossos professores) em uma empresa. E aí fica beeem difícil Ser RP.

ou essa do RPalavreando:

Relações Públicas precisa ter voz ativa no contexto do mercado e das organizações. E voz ativa, meus caros RPs, só teremos com informação, conhecimento e atitude. Por tudo isso, convidamos, em nome daqueles que partilharam esta idéia, todos os profissionais, estudantes e simpatizantes das Relações Públicas e da Comunicação Organizacional para, de modo conjunto e compartilhado, concentrarmos informação e conhecimento sobre a nossa profissão no dia 02 de dezembro, construindo uma verdadeira agenda positiva sobre o termo RP nas redes sociais.

mas pode ser simplesmente porque eu não aceito conselhos de comunicação de alguém que mantém uma logo tão bonita, eficiente, de fácil reprodução e sem problemas de aplicação como a do Mundo RP.* Pode ser pelo fato de todas as grandes conquistas do CONRERP tem pra mim, hoje, a mesma importância de uma nova cafeteira.

Mas o fato é que não é de hoje que não simpatizo com a “causa” dos RPs. Não acho que RPs precisem de um dia, nem acho que campanhas de valorização da profissão** tem qualquer efeito válido no mundo real. Talvez eu tenha sido mal influenciado na faculdade; talvez tenha nutrido desde sempre um senso crítico menos refinado, ou talvez seja meio lelé mesmo, mas sinceramente, eu acho que ser um Relações Públicas não é lá nenhuma vantagem competitiva. Ter um diploma de Relações Públicas tem hoje o mesmo peso profissional e poder de alçar sua carreira a níveis mais altos ao de ter um RG com o nome “Genivaldo Silva”.***

Mas ao contrário do que o CONFERP e os ativistas de RP advogam, isso não é culpa das empresas, aquelas entidades malvadas que não nos reconhecem como profissionais estrategistas de comunicação organizacional, não nos dão acesso aos círculos de poder e decisão estratégica, não nos destinam verbas suficientes, não nos deixam agir livremente e sem pedir benção por aí e, por fim, não nos dão os parabéns no nosso dia.

Não, queridos amigos, isso é culpa da qualidade medíocre de 90% dos profissionais de Relações Públicas que se jogam no mercado todos os anos.

Há 2 anos eu mudei de lado do balcão. Deixei de ser empresa e passei a ser fornecedor de serviços de comunicação. E passei a lidar com as pessoas que tomam as decisões estratégicas que os CONRERPS reivindicam como únicas dos portadores do diploma: Administradores, engenheiros, publicitários, economistas, jornalistas, secretárias e até alguns RPs.

E foi aí que confirmei a minha percepção, gente que gosta de resolver problemas vem em todos os tipos e formatos – e diplomas (ou falta deles). E não, empresas não gostam de Relações Públicas.

Empresas gostam de dinheiro, de lucro, e de gente que resolva problemas que virem dinheiro. A formação dessas pessoas vem em segundo lugar, e aquele nomezinho escrito no campo “Cargo” é puramente uma decisão técnica da área de Recursos Humanos, que em geral, pouco ou nada tem a ver com a sua auto-estima. E nesse sentido, as empresas tem razão em não gostar de RPs, pelo menos teriam razão em não gostar de muitos dos RPs que eu conheci nesses 8 anos de mercado, os bem empregados, os mal empregados e os desempregados (de longe o grupo que mais reclama). Meu questionamento, assim como o dos bons gestores é:

“Se você precisa ser reconhecido pelo que escrevem no seu contrato e não pelos resultados que entrega, acho que tem alguma coisa errada aí.”

Então, hoje, dia 2 de dezembro, é dia RP. E daí? E daí nada.

A partir de amanhã, colega, deixe de #mimimi e vire um resolvedor de problemas. O mercado agradece, sua carreira agradece, e as suas chances de chegar perto da direção da empresa aumentarão o suficiente pra você não se importar com os nomes pelos quais as pessoas te chamam, #ficaadica.

Antes de ir, deixo com vocês uma singela homenagem aos RPs desse braziuzão, uma sugestão de hino à causa da classe:

* Níveis críticos de ironia foram atingidos nessa passagem

** Você jura, mesmo, que quer me vender uma campanha de comunicação usando ESSE LAYOUT ?

*** Perdão aos srs. Genivaldos – eu não quis compará-los aos RPs.

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44 Responses to “feliz dia do RP?”

  1. Carol Terra

    dezembro 3rd, 2009 at 9:46

    Não acho que a defesa seja vazia. Acredito em competência e não apenas em dias de valorização. Ocorre que toda profissão tem um dia comemorativo e o da nossa é dia 02/12. Sou muito feliz com o que faço, também estou do outro lado do balcão e RP é um dos braços dentro de comunicação que nos ajudam a satisfazer os clientes. Espero que vc também consiga isso. Abraços, Carol Terra.

  2. Rodrigo Cogo

    dezembro 3rd, 2009 at 10:46

    Puxa, sobrou pra todo mundo. Que legal. A que ponto chega a frustração de não ser ninguém.

  3. Francielle Hensoldt

    dezembro 3rd, 2009 at 11:07

    Prezado Ricardo,

    Por que não segue seu próprio conselho? Em vez de reclamar, torne-se um “resolvedor de problemas”. E faça parte dos 10% que honram a profissão de Relações Públicas.

  4. Aurélio Martins Favarin

    dezembro 3rd, 2009 at 11:08

    Vamos levar a cabo discussões que realmente agreguem à nossa profissão. Se você não gosta de ser RP, existem muitas outras possibilidades. Por gentileza, respeite outros profissionais que estão no mercado.

  5. Ana Paula Coelho

    dezembro 3rd, 2009 at 11:10

    Ricardo,
    Pra variar, seu texto é uma delícia de ler e cheio de razão. A maior parte das pessoas que reclamas só sabem fazer isso e não mudam realmente de atitude para fazer aconbtecer. Sou publicitária, não conheço o mercado de RP e seria pretensão minha falar de alguém de RP. Mas de publicitários, te digo que as agências que mais reclamam dos clientes cruéis, que “largam” as agências por outras, são aquelas que perderam seu foco ao longo do tempo e não sabem mais oferecer o que o cliente precisa. O melhor conselho desse texto é assim: Quer que alguém te enxergue como relevante? Então SEJA relevante. E isso independe de profissão.

  6. Flávia Lages

    dezembro 3rd, 2009 at 11:17

    Trabalhar bem e consequentemente obter resultados é dever de qualquer profissional. Infelismente em TODAS as áreas encontramos pessoas despreparadas para a função, pois acredito que as universidades que não preparam os estudantes para o mercado como deviam, mas acho fundamental defender a profissão.
    O porque da revolta com nosso dia, se os demais profissionais apoiam tanto o conselho e a profissão? não é atoa que os médicos, advogados, dentre outros, estão cada dia mais unidos e conquistando mais espaço. Espero que responda de uma forma que não se justifique na incompetência alheia.
    Abs,

  7. Mariana Sobreiro

    dezembro 3rd, 2009 at 11:17

    Concordo com a Carol. A defesa da profissão é válida.
    A proposta não era apenas mostrar a existência do cargo de relações públicas, mas do diferencial que a comunicação traz a qualquer organização.
    As empresas visam lucros sim, mas para isso elas precisam saber se relacionar, não precisam!?
    Eu acredito que para ser um “resolvedor de problemas”, você precisa de conhecimento, de bases teóricas…por isso que existem diferentes áreas de especialização, não?
    Ah, sou recém-formada e não trabalho na área, mesmo assim não vivo só de reclamação…

  8. Flávia Lages

    dezembro 3rd, 2009 at 11:18

    Retificando:
    Infelizmente.
    Abs.

  9. Felipe Lee

    dezembro 3rd, 2009 at 11:51

    Concordo e não concordo com sua opinião. O Relações Públicas ja passou por fases piores, ainda mais nos últimos anos, onde víamos a profissão representada por profissionais de telemarketing, socialites nas colunas sociais, e em programas televisivos, como cheguei a ver, onde a garota de programa aparecia como profissional de relações publicas.
    Atualmente, com a ajuda da valorização do RP, a profissão tem crescido. Em tempos de crise, não foram os marketeiros ou jornalistas que administraram as empresas e as campanhas. em parte foi o profissional de RP quem estava la, ajudando, não desmerecendo é claro, administradores, economistas entre muitos outros. Em tempos de propagandas regradas ou, com formulas prontas, os RPs voltados para institucional, tem ganhado cada vez mais espaço. Sou formado em publicidade, e me formo em RP em breve e vejo sim que a necessidade de ambos, por mais diferente que sejam, se combinam, assim como o jornalista.
    Concordo que o mercado tem muitos profissionais incapazes, ou direcionados a uma só parte da profissão. Vejo que as vezes, nem a faculdade é o problema e sim o próprio profissional, acomodado a situações fáceis, ou com preguiça de aprender. mas isso é apenas um reflexo de uma geração toda, que estamos criando, e seja essa geração formada em RP, PP, jornalismo, ou até medicina, nao é justo considerar que apenas uma profissão, ou um diploma, sejam motivos.
    deixo claro que reclamo sim do curriculo de ensino da faculdade que faço, pois acho que poderiam oferecer mais, mas isso deve ser avaliado entre a maioria dos alunos e a faculdade.
    Finalizo meu comentario, pedindo para que mantenha a cabeça mais aberta para ver a abertura que a profissão tem conseguido, graças aos movimentos de valorização da profissão, e graças a alguns poucos profissionais que tem feito pela valorização.

    abraços

  10. Ricardo Moraleida

    dezembro 3rd, 2009 at 12:03

    @Carol Terra: meu problema não é com o dia comemorativo – apesar de eu achar que eles são enormes desperdícios de tempo e esforço dos nossos nobres parlamentares, mas isso é outra questão. Meu problema é com a transformação dessa comemoração numa “luta” que não precisaria existir se, como a Ana Paula disse no comentário dela, os RPs se fizessem relevantes. Esse é o trunfo de todas as profissões que não precisam pedir reconhecimento. Eu também sou feliz com o que faço, tenho real prazer na minha profissão. Talvez se a luta fosse pela qualificação e pelo desenvolvimento da FORMAÇÃO em Relações Públicas, teríamos menos problemas com o reconhecimento da PROFISSÃO.

    @Rodrigo Cogo: não vou argumentar com você sobre ser alguém, sabe, Rodrigo? Se a sua maior defesa às críticas que eu faço é dizer que eu sou bobo, chato e feio, eu me dou ao direito de não me explicar melhor.

    @Francielle: eu sigo meu próprio conselho. Mantenho esse blog desde agosto de 2006. Procure aí nos arquivos se você encontra alguma outra reclamação sobre ser RP. Eu uso meu tempo de formas mais interessantes, tipo sendo irônico. ;)

    @Aurélio: não to entendendo, cara. Eu fiz nesse post exatamente o que vc recomendou nesse twitt: http://twitter.com/aureliofavarin/status/6269885289 – Tirando o fato que eu fui irônico e apontei dedos onde eu acho que tem coisas erradas, qual é a diferença?

    @Ana Paula: precisely… ;)

    @Flávia: Defender a formação é diferente de defender a profissão. A formação é a base do problema, a profissão é só uma consequência. Não ME justifico na incompetência dos outros, não preciso de justificativas pra mim. O que eu disse é que a tal falta de reconhecimento se justifica pq boa parte dos profissioais que estão aí não justifica a própria formação. Não é uma questão de união, entende? Se eu trabalho no mercado de comunicação, é porque defendo a importância dele – como um todo, não como grupinhos separados brigando cada um por seu reconhecimento individual.

    @Mariana: É exatamente isso. É preciso competência, conhecimento e bases teóricas; mas ao contrário do que pode-se pensar, todas as outras formações buscam esses mesmos resultados. Seria ingenuidade pensar que somente os RPs saibam fazer isso de forma competente; mais do que isso, seria um desrespeito aos meus clientes e colegas de outras formações que sabem tão bem, ou melhor, conduzir seus projetos e estratégias de comunicação organizacional. Te desejo sorte na sua busca profissional, talvez te conforte saber que o mercado está de braços abertos pra gente competente – a falta de oportunidade está sempre no nível mediano.

    @Felipe: concordo em grande parte com o que você diz. Em tempos de crise, foram os “resolvedores de problemas” que estiveram lá, inclusive os RPs. Minha cabeça está aberta para pessoas inteligentes, que queiram promover uma discussão de alto nível sobre a comunicação, não sobre subgrupos e subdivisões desnecessárias. Só discordo de você no último ponto: coloque-se na pele do empresário ou do contratador e você verá que a abertura e crescimento da profissão dependem diretamente da competência profissional de quem a exerce, não das campanhas de valorização.

  11. Ricardo Malta

    dezembro 3rd, 2009 at 12:16

    Ah, é sempre assim: “se você tem uma opinião contrária à minha, você é feio, chato e bobo”!

    Moraleida, adorei o seu texto e é super válido para os contadores, médicos, administradores, biólogos…

    E adorei o conselho: seja relevante!

  12. Ana Manssour

    dezembro 3rd, 2009 at 13:16

    Ricardo, parabéns!
    Concordo com – quase – tudo que você disse.
    Infelizmente ainda corre solta a crença e o papo de que as empresas e os empresários são os bichos-papões que não gostam e não valorizam os RPs. A verdade é que toda e qualquer empresa gosta e quer resultados via competência e lucro, e para elas tanto faz qual a formação ou título no diploma do cidadão que for competente e bom profissional e trouxer para ela os resultados e lucro esperados, ou acima do esperado.
    Então, na verdade, em vez de #mimimi, o negócio é trabalhar, mostrar serviço, não pensar com cabeça de empregado que quer ganhar hora-extra, 13º salário e férias remuneradas mais 1/3. Mas com cabeça de empresário que só ganha quando o trabalho realizado tem resultado positivo, caso contrário, tem prejuízo.
    De qualquer forma, ainda acho que a formação do Relações Públicas é muito boa em termos de visão multidisciplinar, o que costuma ser vantagem para quem, previamente, já tem um espírito batalhador, irriquieto, questionador e pró-ativo.
    É verdade, também, que o curso, sozinho, não serve para muita coisa. O profissional tem que complementar o aprendizado acadêmico com a prática do dia-a-dia, ainda que não trabalhe dentro de uma área de comunicação nem esteja enquadrado como relações públicas.
    Acho excelente que você externalize o que pensa e o que sente, especialmente aquilo que está baseado no seu conhecimento e observação da realidade. Falar a verdade, ser transparente e honesto, é justamente um dos princípios que alicerçam as relações públicas mas que, estranhamente, poucos profissionais da área, em especial os mais antigos, cumprem no seu próprio dia-a-dia. Talvez seja ainda algum requício dos tempos da ditadura, em que a profissão passou a ser reconhecida no Brasil.
    Você é jovem, de uma nova geração de RPs e ainda assim está levando pedradas de todos os lados por ter dito o que pensa. Imagine eu, que sou da velha geração? Não me jogam na fogueira por pouco! rs
    E isso não é uma reclamação, apenas uma constatação. Pena que tanta gente ache que quando a gente fala, com ou sem indignação sobre alguma coisa, necessariamente estamos reclamando. Se os próprios RPs acham que manifestar pensamentos, sentimentos e emoções é reclamar, então estão faltando mais disciplinas de psicologia no curso, porque não é possível gerenciar relacionamentos se não permitimos que as partes se expressem. #prontofalei
    Um abraço.

  13. Marcello Chamusca

    dezembro 3rd, 2009 at 13:51

    Olá Ricardo!

    Não concordo com quase nada do que diz, mas acredito que a sua opinião é muito válida, pois traz a tona uma série de questões que a categoria tem preferido jogar para debaixo do tapete e não enfrentar de forma clara.

    Parabéns por fomentar a discussão sobre a profissão por um novo viés!

    É importante que valorizemos a multiplicidade de vozes. Não podemos ser uma categoria de um só discurso. Precisamos saber conviver com a diversidade de idéias.

    Não é possível que quando não compactuamos com as idéias dominantes temos que ser CENSURADOS, como se costuma fazer nas pseudo-democráticas listas de discussão brasileiras da área, afinal ninguém é dono do Mundo e nem das Relações Públicas.

    Parabéns Ricardo!

    PS: Pega leve com Kunsch e Carol Terra. São profissionais de altíssimo nível que merecem nosso respeito.

  14. Marcia Ceschini

    dezembro 3rd, 2009 at 14:06

    Talvez por ser contemporânea da Ana, minha visão é bem próxima da dela.
    Concordo com os pontos levantados por Ricardo e Ana. Nem todos, óbvio.
    Mas creio que seja possível manter o senso crítico, mesmo apoiando a causa da profissão. O que é meu caso, já me posicionei sem medo sobre o que considero problemas na profissão, alguns deles citados pelo Ricardo: maus profissionais (toda profissão tem), inércia dos conselhos e órgão competentes da profissão, atraso de pensamentos e bibliografia…e muito tbm é próprio da categoria que até então, não se unia como agora para promover mudanças e não é só com a valorização não, estamos unidos para melhorias gerais.
    Abraços

  15. Aurélio Martins Favarin

    dezembro 3rd, 2009 at 14:23

    Eu acho importante que valorizemos a nossa profissão. Não gosto quando somos colocados como coitados. A coisa não é bem assim. O mercado dá oportunidade quando percebe a importância do profissional que realmente traz resultados. Falando em resultados, é válido ler o livro da Gilceana Galerani, fala sobre isso.
    O Conrerp tem uma carência muito grande de delegados. Muitas pessoas reclamam da atuação do Conrerp, mas não se dispõem a atuar como delegados. Inclusive, quem tiver interesse, entre em contato com o Aislan Greca (asgreca@gmail.com) que ele dará mais informações sobre isso.
    Acho lamentável a sua postura quando cita outros profissionais. Isso não contribui em nada para o crescimento da nossa profissão. Eu, pelo menos, gostaria que tivessem respeito pelo meu nome e que toda e qualquer crítica fosse feita diretamente a mim. Estamos aqui para aprender e não para ver os nossos nomes serem tratados com tanta falta de carinho.

  16. Mariana Cumming

    dezembro 3rd, 2009 at 14:29

    Ricardo,
    concordo com você, com menos acidez, mas concordo.
    Parabéns pelo post!
    Abraço.

  17. Wallace Ischaber

    dezembro 3rd, 2009 at 15:17

    Prezado Moraleida,

    Parabéns!!!

    Você conseguiu transformar a minha ressaca do dia nascional das RP em uma coisa fantástica. Todo aquele flood de ontem no twitter foi dureza… mas hoje meu e-mail foi iluminado com a sugestão de uma amiga para dar uma olhada neste seu texto.

    Espero encontra-lo qualquer dia, fico te devendo 3 heineken’s e uma coxinha por este fantástico texto!

    []’s
    Wallace Ischaber

  18. Ana Paula Groth

    dezembro 3rd, 2009 at 16:41

    Ricardo.

    Não concordo com tuas considerações.
    Mas tens todo direito de ter a TUA OPINIÃO.
    Em qualquer lugar deste mundo, em qualquer profissão, aqueles que se destacam são os que efetivamente mostram o “algo mais”… acontece que, para mostrar o “algo mais” você tem que AMAR O QUE FAZ…COM MUITO ENTUSIASMO!
    Não precisarás de esforço para convencer…basta ter inteligência, planejamento, transparência, seriedade, pensamento sistêmico e mostrar que estás engajado com o espírito das lideranças e com a filosofia da empresa…
    Simples! Uma questão muito mais de comportamento e de capacidade de envolver-se multidisciplinarmente com todos – pensamento com foco em crescimento mútuo e não em mostrar que é bom nisso ou naquilo.
    Nós não precisamos dizer que somos bons…precisamos ser bons…!
    Espero ter colaborado!
    Um abraço.

  19. Roberto F. Vieira

    dezembro 3rd, 2009 at 17:13

    Caro Ricardo!
    Todo pensamento emana de uma possivel verdade. Mas como esta não é absoluta devemos deixar que o pensamento corresponda pelo menos uma idéia lançada, para que possamos estabelecer julgamentos. E um desses julgamentos é de que competência não se coaduna com resolver problemas, até porque nenhuma profissão é criada para tal, mas sim porque a sociedade as necessita. Talvez seja esse o grande problema das relações públicas. Será que enquanto profissão se faz necessário a sociedade? Até porque ao longo do tempo essa profissão sempre falou para si mesma. Portanto, quando aprenderemos falar para a sociedade? Complementando, ainda, toda organização nasce da sociedede e para sociedade, seja ela pública ou privada. Assim, toda profissão é, também, e igualmente uma necessidade que nasce por interesse da sociedade e para sociedade deve-se exercitá-la. Será que que a área de relações públicas se enquadra neste contexto, onde as relaçoes multiplas e recíprocas permeiam a interação das organizações e sociedade? Essas relações não pertencem as relações públicas, mas a relações de interesse público. Ai vai um recado a todos. Se quiserem começar, que banam para sempre as siglas reducionistas de RP ou RRPP, essa sim nos reduzem a PÓ! Ao mesmo tempo revejam seus conceitos de donos da verdade.

  20. Erica

    dezembro 3rd, 2009 at 17:36

    Concordo com o que voce falou Ricardo mas, de maneira menos crítica. Ser relevante é o que importa e as faculdades tem deixado a desejar na formação dos profissionais. E com certeza você foi muito relevante postando a sua opinião, que choca com o que tem sido pregado sobre a profissão de RP pelos RPs. E te garanto que está tendo uma grande repercussão, contribuindo para a melhoria e valorização da nossa profissão ou melhor dos profissonais da nossa área.

  21. João Valsecchi

    dezembro 3rd, 2009 at 17:47

    Parabéns pelo excelente post!

    Em tempos direitos autorais questionáveis, se pudesse, copiaria, colaria e assinaria meu nome embaixo.

    João Valsecchi
    Graduando em Relações Públicas
    ECA-USP

  22. Ricardo Moraleida

    dezembro 3rd, 2009 at 18:36

    Aurélio, o livro da Gilceana é muito bom, pena que perdi minha cópia, vou ter que comprar outro. Mas que eu saiba é o único na área que fale diretamente de resultados, vale mesmo a leitura!

    Sobre a minha postura, acho importante dizer: o único profissional que eu citei diretamente no texto foi a Dra. Kunsch, a quem eu respeito muito. Ademais eram textos presentes na internet (que estão linkados) e a questão da logo e campanha do Mundo RP. Veja bem, eu não disse que o Rodrigo Cogo não era ninguém ou que ele era feio e desengonçado, não o conheço. O que eu disse é que as escolhas de LOGO e LAYOUT dele foram infelizes – e isso fez com que ele se sentisse agredido e me agredisse de volta – até agora, a única agressão nesse post.

    Acontece que ele escolheu uma logo em que (até onde eu consigo ver) ele mesmo se representa – escolha arriscada. E me desculpe, mas eu não vou dizer que a logo é bonita só pra não ofendê-lo. Faz parte da escolha dele ouvir críticas e isso aqui não é um clubinho de aceitação, pelo menos não aqui no meu blog.

    A prudência profissional me diz pra não confiar a minha comunicação nas mãos de quem não cuida bem (pelos MEUS parâmetros) da própria. Foi só isso que eu disse.

  23. Ricardo Moraleida

    dezembro 3rd, 2009 at 18:37

    @Ri: :)

    @Ana Mansour: obrigado pelo comentário, Ana, e vc entendeu bem: não estou reclamando. Aliás, felizmente não tenho do que reclamar da minha posição no mercado ou como profissional. É só uma discordância do discurso geral.

    @Marcia Ceschini: outro ponto importante, os problemas que eu apontei não são únicos dos RPs, são problemas de mercado. E o de bibliografia é realmente crítico.

    @Mariana Cumming: ah, Mariana, o que seria da Internet sem a acidez? ;)

    @Wallace Ischaber: olha que vou cobrar! haha

    @Ana Paula Groth: suas considerações, e principalmente a sua divergência é importante! :) tks!

    @Roberto Vieira: Não entendi muito bem seu texto, Roberto, desenha pra mim? rs…

    @Erica: fico feliz com a repercussão, Erica, não pelo meu bloguinho que não tem nenhuma pretensão superior, mas por finalmente essa questão ter tomado algum vulto. Espero que outras pessoas contribuam com o diálogo!

    @João Valsecchi: o texto é Creative Commons, João… pode usar onde quiser e linkar pra cá de volta… :)

  24. Ricardo Moraleida

    dezembro 3rd, 2009 at 18:45

    Vc tocou um ponto muito importante, Marcello. Eu não quero que todo mundo concorde comigo – não é isso tipo de aprovação que me preocupa. A única coisa que importa é o debate – a multiplicidade de visões sempre vai existir. Sobre a Dra. Kunsch, eu pensei várias vezes no adjetivo a usar, escolhi “overrated” justamente pq ele não diminui o trabalho dela. Gosto muito, admiro muito a pesquisa e o desenvolvimento acadêmico da escola de RP da USP, especialmente do Gestcorp, que é coordenado por ela, mas a meu ver, as idéias da Dra. Kunsch são muito ferramentais, baseadas muito mais no poder das ferramentas do que no poder das pessoas por trás delas, não sei se vc me entende. Acho ainda que o trabalho dela seja muito importante, ele por vezes é tido como “inquestionável” ou “perfeito” o que está longe de realmente ser. Conheço o blog da Carol já há um tempo, acompanhei mas depois deixei de seguir porque fugiu da minha lista de assuntos – pode ser que volte agora, pessoalmente não tenho nenhuma divergência em relação a elas! Obrigado por discordar! ;)

  25. Patrícia de Cássia

    dezembro 3rd, 2009 at 23:55

    Voçê tem razão com pequenas partes do seu texto, pequenas. Não devemos mesmo esperar que nenhuma empresa tome a iniciativa de valorizar a nossa profissão.
    Porém, sou totalmente a favor da campanha de valorização, da relação dos profissionais com os CONRERP’S e com os próprios profissionais para troca de experiência. Acredito na importância que o RP tem para a comunicação das Organizações e sim devemos estar na posição estratégica das organizações.
    Talvez os RP’S exagerem, todos amam a profissão, mas vivem reclamando dela. Sua fala serve para trazer essa reflexão. Precisamos não só amar a profissão, mas mostrar responsabilidade com ela.
    Um grande abraço a vc e todos os RP’S do Brasil.

  26. Luiza Magalhães

    dezembro 4th, 2009 at 0:24

    Primeiro: Não te acho nem feio, nem chato e nem bobo.

    Segundo: esse povo que escreve você com Ç querendo argumentar, é FODA. (se for sua amiga, sorry)

    Terceiro: Rodrigo, aprende a fazer logo depois discute.

    AH, e um detalhe Bááásico: O vídeo é fooooooooooooda

    Bjos Moral!!!!
    vc é mais foda q o vídeo =)

  27. Amanda (RP!)

    dezembro 4th, 2009 at 1:05

    Legal é você, né?
    Meu poupe….FRUSTRADO!

    PS: Ainda é assim que quer ganhar projeção…retiro o frustrado e digo FRUSTRADÍSSIMO!

  28. Aurélio Martins Favarin

    dezembro 4th, 2009 at 8:47

    Bom dia Ricardo.
    Acredito que o que eu quis dizer já foi compreendido. O lance é discutir e sempre respeitar o próximo.
    Se começar a acompanhar o blog da Carol tenho certeza que não irá se arrepender, assim como o da Emily Bianquini (www.rpublicando.blogspot.com). Ontem fui a palestra da Maria Aparecida Ferrari e do Fábio Franaça. Eles falaram sobre o livro que lançaram com o Grunig. É uma ótima pedida, o livro está extremamente atualizado.
    Abraços.

  29. Carla RP

    dezembro 4th, 2009 at 9:23

    Como o próprio Rodrigo ressaltou: Como é duro alguém ser frustado com a vida,e por essa pessoa não poder acrescentar em nada no mundo….que pena que existam pessoas assim, sem conhecimento ou evolução de idéias,…..

  30. Ricardo Moraleida

    dezembro 4th, 2009 at 12:14

    concordo em quase tudo, Patrícia… mas a importância não é do RP, o profissional, é das relações públicas (em minúsculas mesmo), e dos profissionais que souberem lidar com elas – tenham a formação que tiverem. :)

  31. Ricardo Moraleida

    dezembro 4th, 2009 at 12:18

    @Amanda(RP!) e Carla: “gentalha gentalha, brlp!”

  32. Bruno Eduardo Moraleida

    dezembro 4th, 2009 at 14:28

    Não vou comentar sobre RP’s… não tenho o direito.
    Só vou dizer 3 coisas…

    1) Eu achei DIGNO o post e a repercussão
    2) Eu RI de algumas pessoas!
    3) Toda profissão é igual né? putz

  33. Gustavo

    dezembro 4th, 2009 at 15:03

    Grande, Ricardo. Belo texto.

    Confesso que eu estava lá, tuitando no dia do RP, mas com o propósito de sugerir avanços e novas idéias. Da mesma forma que escrevi no meu blog, eu sou a favor da competência, um diploma é só um diploma.

    É bom poder ouvir uma voz oposta nesse meio todo, tive uma grande identificação com seu post. Além de colocar sua posição crítica, gerou uma conversa muito boa e atraiu a atenção de vários outros… uma pena para os que não sabem conviver com opiniões diversas.

    Continue escrevendo. Ganhou mais um leitor.
    Abraço!

  34. Ricardo Moraleida

    dezembro 4th, 2009 at 17:09

    Twittar no #diadorp não é problema, meu caro… o problema é só fazer isso… :)

    eu aprendi uma ou duas lições com essa brincadeira, vão vir num post em seguida…

  35. Cha

    dezembro 5th, 2009 at 0:00

    Este texto merece uma boa gargalhada e só!

  36. OCAPPUCCINO.COM

    dezembro 5th, 2009 at 20:21

    Parece que cheguie tarde à discussão. Mas só vi o texto hoje (5 dez).

    Inicialmente agradeço por acompanhar o blog Occappuccino.com e por ter citado no texto. Demonstra que de alguma forma nosso objetivo (citado no blog) de ‘…no ideal de criar um instrumento de comunicação, informação, conteúdo, interação e ainda de discussão de Relações Públicas, nasce o ocappuccino.com.’ está sendo alcançado.

    Sobre a polêmica concordo em alguns pontos com o texto. Devemos sim almejar não a valorização da profissão/do profissional, mas o reconhecimento por serviços prestados. E é claro que competência não se resume ao diploma de graduação, pois muitos gestores de comunicação de grandes empresas são formados em engenharia, jornalismo, letras e demais áreas. Mas sou favorável que profissionais com otra formação, busquem especialização em cursos de gestão, estratégica, comunicação, liderança mas como uma competitividade natural de mercado e não uma obrigatoriedade para exercer tal cargo. Lembro de uma discussão que tinha em algumas aulas: ‘Relaçoes Públicas necessitam por formação ser empreendedores?’ É claro que não, sabemos por a + b que depende de diversos fatores, ambiente, pesquisa, oportunidade, necessidade, genético e também formação profissional dentre outros. É a mesma discussão: ‘Para ser um bom gestor de comunicação é preciso ser Relações Públicas?’. Claro que não também. Como já dito, só o diploma não é qualificação.

    Sobre o #diadorp gostaria de deixar claro que:

    1. desde do início apoiamos a iniciativa
    2. acreditamos que a iniciativa não é de valorização da profissão (como são os eventos de 22 de novembro – tb não entro no mérito desta questão), mas sim de COMEMORAÇÃO da data estipulada por lei
    3. um dos objetivos era promover o #diadorp, justamente por isso foi utilizada esta tag, se fosse outro objetivo seria usada outra tag como #relacoespublicas ou outra
    4. um dos objetivos do #diadorp era atingir os TT do Brasil, o que aconteceu perto da 13h30 do dia 2 de dezembro, e só nao alcançou o primeiro pois no dia faleceu lombardi e no dia anterior foi desvendado o escandalo do mensalao do Dem com o Arruda. pois às 13h30 se não me engano era ‘lombardi’ em 1°, ‘lombardi morreu’ em 2°, ’silvio santos’ em 3º e ‘arruda’ em 4°.

    Mas acredito que toda essa discussão (tirando algumas opinões como ‘Primeiro: Não te acho nem feio, nem chato e nem bobo… Terceiro: Rodrigo, aprende a fazer logo depois discute… AH, e um detalhe Bááásico: O vídeo é fooooooooooooda… Bjos Moral!!!! vc é mais foda q o vídeo) que não acrescentam nada só almejam um objetivo: demonstrar a importância da profissão (inclusive o teu post demonstra isso).

    Abraços e aguardo novas visitas ao blog e que também deixe suas impressões nos comentários d’Ocappuccino.com

    MATEUS

  37. OCAPPUCCINO.COM

    dezembro 5th, 2009 at 20:26

    Putz, li o comentário e vi que me enrolei numa parte. Então reescrevo:

    Mas acredito que toda essa discussão, tirando algumas opinões que não acrescentam (como por exemplo: ‘Primeiro: Não te acho nem feio, nem chato e nem bobo… Terceiro: Rodrigo, aprende a fazer logo depois discute… AH, e um detalhe Bááásico: O vídeo é fooooooooooooda… Bjos Moral!!!! vc é mais foda q o vídeo) tem apenas um objetivo: demonstrar a importância da profissão (inclusive o teu post demonstra isso).

    Agora sim ficou claro.

    MATEUS

  38. Leo Bragança

    dezembro 7th, 2009 at 6:10

    Mesmo sendo publicitário, deixei minha contribuição para o dia do RP no Prezados Colaboradores. Isso por ter cada vez mais certeza de que a união dessa área com o marketing possibilita muito mais resultados concretos do que a propaganda de sempre.

    Meu maior estímulo para participar da blogagem coletiva veio pela Carol Terra, que propôs uma agenda positiva (você cita essa sugestão dela no post, inclusive) para a data. Achei legal. Gostei de contribuir e acho que foi exatamente isto: Positivo.

    Sobre a polêmica criada, eu prefiro ficar de fora. Mas lembre-se, Ricardo, que as páginas da Margarida Kunsch, a logo do Rodrigo Cogo, o aroma do Cappuccino do Mateus, as “RPalavras” da Carol Terra, nada mais são do que meios dessas pessoas se comunicarem com o mercado e a sociedade. Não é um site apenas. Ou somente um livro, uma junção de letras. São pessoas. E devem ser respeitadas. Como você também merece ser.

    Abraço.

  39. João Ricardo Antunes

    dezembro 8th, 2009 at 19:32

    Já que você está falando de logomarca na área de RP (imagino que você seja um designer, não entendi direito isto), o que acha desta campanha? http://www.rp-bahia.com.br/campanha Putz, vamos começar a falar de logo ruim a partir daí, o resto é covardia…

  40. Frederico Fonseca

    dezembro 10th, 2009 at 20:11

    Vou concordar com o Sr Rodrigo Cogo. Até que ponto se chega para se auto promover? Já pensou em BBB?.. Mas me responde uma coisa: qual o problemas de ter um RG com o nome “Genivaldo Silva”??
    A representatividade de um individuo crítico, depende de sua AMPLA e PROFUNDA qualidade intelectual. Filho, cê tá longe viu!
    Lamento seu texto, que tiro no pé!

  41. Frederico Fonseca

    dezembro 10th, 2009 at 21:04

    Temos que promover a profissão, não destruí-la, temos que incentivar o Conselho, não derrubá-lo, é ele nosso legitimador, somos a única profissão dentro da área da comunicação social que tem um conselho! O papel do conselho é garantir a exclusividade na execução da nossa atividade de Relações Públicas, ou seja, garantir que apenas Relações Públicas exerçam papeis de Relações Públicas. Isso é, proteger a nossa atividade e não deixar outros profissionais abarcar nossos postos e competências profissionais. O que seria da medicina sem o CRM? Muitos certamente estariam operando, medicando, examinando, etc.. imagina o que aconteceria..
    Vamos refletir sobre crescimento, não vamos retroceder!

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