Tweets da semana

Tweets da semana

  • segunda-feira de volta das mini-férias… welcome to the jungle baby! #
  • passei uma semana sem stress, sem café, sem twitter e quase sem e-mail, msn. e não morri. #existevidalafora #
  • gmail out. resolvo entrar no email do yahoo, desativado nada menos do que 5 anos atrás. num é q minha familia ainda manda emails pra lá? kkk #

Tweets da semana

  • Just took my 74th mugshot! http://www.dailymugshot.com/main/show/23568 #
  • contas contas contas… reativando a planilha de orçamento doméstico… #
  • qdo o site oficial fala mais sobre a saúde dos musicos do que sobre os shows, acho que é sinal que o tempo ta passando #aerosmith #

Tweets da semana

Tweets da semana

ver, usar e viver a cidade

Já dei algumas entrevistas a revistas (Ragga, pág 34), jornais (Estadão, pág L2, Pampulha e Portal Uai) e até na televisão sobre a minha participação no Couchsurfing.org, mas acho que nunca falei sobre ele aqui, talvez porque boa parte das pessoas que me lêem conhece a relação que criei com as pessoas que conheci e as experiências que tive a partir do dia que resolvi participar dessa mudança do mundo, um sofá de cada vez. Enfim, basta saber que eu trabalho de graça pra eles e dar uma lida no meu perfil lá pra entender que tipo de envolvimento eu tenho com a coisa.

Mas hoje eu me deparei com um vídeo (do Arrudas, abaixo) que me lembrou de uma das coisas fundamentais que eu aprendi depois que passei a me encontrar com viajantes de passagem por BH. A forma como vemos, usamos e vivemos a nossa cidade influencia radicalmente a visão que temos dela, na nossa satisfação em fazer parte desse ecossistema.

Vivemos em um tempo de cidades fechadas; de casas com grades e muros, de carros com janelas fechadas e escuras, de cidadãos de óculos escuros cada vez maiores, de praças onde é proibido sentar-se na grama e parques onde é proibido andar de bicicleta. Nas grandes cidades, chegamos a uma situação em que o contato é considerado algo ruim; o contato com a rua, com o ar, com o desconhecido é algo que aprendemos que deve ser evitado. Andar a pé é considerado perigoso. À noite, proibitivo. Desaprendemos a ver a cidade, a usar o espaço e a viver sem proteções desnecessárias.

Como que automaticamente, passamos a considerar que a rua é o espaço dos carros, e não dos pedestres e ciclistas. As faixas de pedestres viram se tornam meras “concessões” da cidade à grande maioria que anda à pé. É inegável. De dentro dos carros, dos apartamentos e das mentes fechadas, todas as cidades têm encantos, exceto a que se vive.

Somos instigados a negar ou a não aprender que as praças da cidade são lugares de convivência, não só na inauguração das luzes de natal. Ao mesmo tempo, somos incentivados a não enxergar que os rios e a lagoa, mesmo canalizados ou artificiais, ainda são água corrente, igual às que a gente vê fora daqui. Tudo que nos lembramos é que a cidade é suja, e o contato com a sujeira é ruim. Esquecemos que por baixo da sujeira e da fuligem dos motores, existem paredes e pisos com cores, com história e, por que não, com arte?

Onde foi que aprendemos tudo isso eu não sei. Sei que foi com os “forasteiros” aqui que aprendi a ver, viver e usar a minha cidade, do jeito que ela é mesmo: minha, real. Com o contato físico do pé no chão e com o contato humano da rua. Acho que sou mais feliz assim. Obrigado!

Já notaram que a praça do papa tem formato de sorvete de creme com calda de morango? :o )

Praça do Papa

Tweets da semana

  • acabei de ver “Us Now: A film project about the power of mass collaboration, government and the internet”. http://is.gd/k5Um #recomendo #
  • já fez um timeline dos eventos importantes da sua vida?? É ótimo pra quando você acha que nada que vc fez valeu a pena. um dia publico. #
  • é oficial… 2010 vai ser o “arroz de sempre” com salada de redes sociais… quando é que eles vão aprender? http://is.gd/AHid #

Copyright © 2010 o homem, omito…

CSS Template By RamblingSoul | WordPress Theme by Theme Lab and Best Hosting.