efemeridade
Published on outubro 26th, 2009 by admin. Filed under história, nerd | Nenhum ComentárioFalei aqui semana passada sobre a coluna aí da direita e as minhas recomendações. Hoje, domingão, resolvi ler mais algumas coisas e acabei caindo, veja você, na minha antiga barra de favoritos, onde eu costumava guardar a lista de blogs que acompanhava em um passado distante.
Revisitar aqueles endereços me deu uma sensação interessante. Havia talvez pouco mais de um ano que eu tinha trocado o Firefox pelo Chrome como browser oficial – troca que desfiz há 2 semanas. Mas há também bons 4 anos (acabei de recuperar meu e-mail de validação – 25 de julho de 2005 – meu deus!*), que eu uso o Bloglines regularmente.
Mas interessante mesmo foi ver quantos daqueles endereços ainda estão ativos, me perguntar por que eles não haviam sido adicionados ao meu leitor regular – qual foi a minha mudança de percepção da importância daqueles blogs quando passei a usar um reader? Fiquei triste com as notícias (em alguns casos, anos atrasadas – viva o armazenamento ilimitado…) de que outros haviam fechado, mas isso é da natureza de escrever, não da internet. Escritores de livros também param de escrever quando perdem seus motivos e deixam obras incompletas que às vezes valem milhões – o que a internet fez foi levar essa possibilidade para os “comuns”, que nunca se aventurariam a escrever um livro, mas que escrevem páginas e páginas online que renderiam bons tomos.
* comentando sobre isso com o Bruno no msn, acabei me lembrando de coisas mais antigas ainda. Em pensar que meu primeiro PC tinha tela de 14″ polegadas com impressionantes 16 tons de cinza e um PC 386 DX2 de 33mhz que tinha um botão turbo pra aumentar pra 66mhz e um negócio estranho chamado Placa de Fax/Modem USRobotics 9600kbps que não servia pra nada. Naquela época não tinha esse negócio de vídeo/audio/modem on-board, todo mundo tinha caixas de floppys de 5 e 1/4″ (depois de 3 e 1/2″). E isso foi antes de o meu pai comprar o nosso primeiro Kit Multimídia (um nome chique pra uma placa interna com caixinhas de som e drive leitor de cd). Lá se vão 16 anos, e esse assunto vai render um próximo post aqui, #fato!















